26 de julho de 2012

CANÁRIOS DE PORTE DE "A a Z" FRISADO PARISIENSE


País de origem: França

Remonta a 1750 o aparecimento de canários com frisado, originalmente no peito e posteriormente nas costas. O Frisado Parisiense é oriundo do cruzamento e por seleção do canário Roubaisien (antiga raça francesa), e do Frisado do Norte. 

Em 1849, a Duquesa de Berry esteve na Holanda, acompanhada do sr. Hervieux de Chanteloup, para visitar os grandes criadores e procurar pássaros de qualidade, da raça de canário holandês, que ele havia importado anteriormente para França.

Os criadores franceses interessaram-se e adquiriram alguns exemplares numa exposição realizada em Lille, com o intuito de criar um pássaro superior, de maior tamanho, mais corpulento e de plumagem mais abundante.

Após alguns anos conseguiram obter alguns exemplares de qualidade e a evolução continuou.

Em outubro de 1867, o primeiro concurso de canários frisados foi realizado em Paris e foi fundada a primeira sociedade, e que ainda hoje existe, “La Nationale”.

No início do século XX passou a ser denominado FRISADO PARISIENSE, integrando o grupo dos frisados pesados, tendo-se expandido um pouco por todo o lado com particular destaque, na sua criação, na França, Itália e Brasil.

Em Portugal não abundam muitos criadores desta raça mas os que existem têm já aves de excelente qualidade.

Nota: Esta pequena introdução, (não vinculativa) tem como base uma pequena pesquisa feita pela Internet suportada na leitura de vários textos.

Fotos de autor desconhecido
Atualmente o Standard, do Canário Frisado Parisiense, aprovado pela C.O.M., é o seguinte:

CABEÇA, COLAR “SUIÇAS”
Bico – Forte.
Cabeça – Volumosa, com forma de gorro e formado por penas que se rebatem para a direita ou para a esquerda, ou para ambos os lados.
A cabeça insere-se nos ombros por uma corola de penas levantadas, formando um colar.
Pontuação: 15.

MANTO E OMBROS, BOUQUET
Manto – Longo, cobrindo 2/3 do comprimento das asas, largo, tombando simetricamente de uma linha média para cada um dos lados.
Bouquet - Abundante, implantado na parte inferior do manto e entre as asas, orientado `esquerda ou à direita.
Pontuação: 15.

JABOT
Volumoso, fechado em forma de concha, simétrico sem cavidade ou buraco em baixo.
Pontuação: 15.

ALETAS
Volumosas, largas simétricas, bem implantadas nos flancos. Orientadas o mais possível para o cimo do dorso.
Pontuação: 15.

PENAS DE GALO, OLIVA-CULOTES
Penas de Galo – Abundantes, tombando de cada lado da cauda.
Oliva – Presença de um bouquet de penas estreitas, partindo do fémur até à nascença da cauda.
Culotes – Penas abundantes que não permitem visualizar qualquer indício de cavidade sob o abdómen.
Pontuação: 10.

PATAS, CAUDA E ASAS
Patas – Longas, fortes com unhas em saca rolhas admitindo-se unhas normais nos dedos dianteiros.
Cauda – Longa e larga, com extremidade quadrada, seguindo a linha do dorso.
Asas – Longas, sem se cruzarem excessivamente.
Pontuação 10.

TAMANHO, FORMA E POSIÇÃO
Tamanho – Mínimo 19 cm.
Forma – Harmoniosa, aspeto maciço.
Posição – Semi-erguida, altiva, majestosa.
Pontuação: 10.

PLUMAGEM E CONDIÇÃO
Plumagem – Abundante, volumosa e sedosa.
Condição – Apresentação em boas condições de saúde e limpeza.
Pontuação: 10.

COR
São admitidas todas as cores.

Gaiola de exposição: Gaiola grande com dois poleiros de 14 mm, distanciados 10 arames.

2 comentários:

  1. boa noite
    cria saber quanto custa um casal de parasiense e onde o posso arranjar em portugal
    Espero pela sua resposta boa noite.

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  2. Olá, André Oliveira;
    Penso que o sr. Gonçalo Matos e o sr. Jorge Quintas (ambos juizes de canários de porte) têm frisados parisienses mas não faço ideia do preço. O contato destes dois senhores poderá ser encontrado no site da FONP no local destinado aos juizes.
    Saudações ornitófilas.

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