30 de abril de 2014

MAIS ALGUNS ARLEQUINS NASCIDOS ESTA ÉPOCA


A criação continua a correr dentro do planeado havendo a registar algumas contrariedades provocadas pela trovoada que, queiramos ou não, tem influência sobre os ovos cuja formação do embrião está no seu início; à custa disso foram só, de uma vez, 26 ovos para o lixo.

Como costumo dizer não é nada a que já não esteja habituado, apesar de custar, e para a frente é que é o caminho.

Partilho mais alguns passarinhos que, há dias, foram mudados para a voadeira onde passarão a comer papa com corante.

Espero que gostem!








25 de abril de 2014

IRMÃOS


Não tem este espaço qualquer cariz político, contudo comemorando-se hoje um dia importante da história recente de Portugal, um dia em que o povo português deveria estar irmanado num só rumo, na senda da Verdade, Justiça, Igualdade, Liberdade, Fraternidade e Produtividade; saúdo os homens que há 40 anos tornaram possível, no minimo, que eu hoje - por exemplo - escrevesse este pequeno texto sem receio de qualquer censura ou represália.

Partilho convosco os quatro primeiros passarinhos, (irmãos, com 32 dias) da espécie Llarguet Espanhol, nascidos no meu canaril. Espero que gostem!




20 de abril de 2014

ARLEQUINS EM VEZ DE AMÊNDOAS... BOA PÁSCOA!


Uma arreliadora avaria do PC, motivada por um pico de corrente, fez com que informação e registos informáticos da minha criação de canários entre outra informação, também ela importante, fosse irrecuparável do disco duro.Aos poucos e porque mantenho um suporte físico de todos os registos (pena que não tivesse também cópias de segurança!) referentes á criação terei de ir tentando refazer os registos o que me irá ocupar algum tempo.

Hoje, bati umas fotos de alguns dos passarinhos que passaram, sensivelmente a meio da semana passada, para as voadeiras onde começaram a comer a papa com corante, espero que gostem apesar de as fotos não terem ficado lá grande coisa.

Aproveito a oportunidade para desejar a todos uma Santa Páscoa.
















Estes são os últimos passarinhos anilhados esta semana, mais concretamenteno passado dia 18.

19 de abril de 2014

CANÁRIOS DE PORTE DE "A" a "Z" GLOSTER

País de origem: Inglaterra

O canário Gloster é, quanto a mim, o canário de porte mais popular a nivel mundial trata-se de uma ave que não deixa ninguém indiferente quando a vemos, seja Consort (sem poupa) ou Corona (com poupa), integra o Grupo VI dos canários de Plumagem Lisa com ou sem Poupa e, segundo parece, a sua origem teve por base o cruzamento de Cresteds com Borders e Harzs cerca de 1925.

Na busca de informação sobre a origem do canário Gloster encontrei um artigo sobre esta raça, do qual transcrevo parte, que me parece ser bastante ilucidativo acerca deste pequeno e gracioso canário; diz o autor:

...O pequeno tamanho no gloster sempre foi um aspecto importante ao longo da história de criação deste canário. Inclusive a grande razão para a criação da raça gloster durante o ano de 1920 foi a de produzir um pequeno canário com coroa.
Esta foi a razão que levou a fundadora do gloster, Mrs Rogerson, conhecida criadora de Gloucestershire, em Inglaterra, a seleccionar tal ave, esta não apreciava de todo o tamanho exagerado do canário Crested, e começou a sua busca por um canário pequeno coroado.
Assim o pequeno tamanho tornou-se a linha mestra de selecção para Mrs Rogerson, e deveria ser também o principal aspecto de selecção dos restantes criadores que seguem os seus passos. Podemos assim dizer que é o tamanho do gloster que o distingue do canário Norwich ou Crested e se isto não for tido em conta não existe razão para separarmos este das raças anteriormente citadas.
Nos tempos modernos o tamanho tem sido um dos tópicos mais controversos entre os criadores de glosters. Quando falamos de tamanho, falamos do comprimento desde o bico até à ponta da cauda, no gloster deve ser o mais curto possível, mantendo o corpo, e forma pois actualmente buscamos um canário potente. Durante os últimos 40 anos um grande número de criadores de glosters, fizeram grandes melhorias na criação, surgiram as coroas redondas, longas e com poucas falhas, melhorou-se a cor e a qualidade da plumagem e mais recentemente os corpos, redondos, que dão ao gloster uma distinta e particular forma. No entanto durante este período de rápida evolução, houve períodos em que a raça para evoluir nos pontos atrás assinalados, descurou ligeiramente a questão tamanho. Por exemplo quando começaram a aparecer os primeiros glosters com coroas cadentes todos os vencedores procuraram trabalhar as mesmas, o que fez com que outras características fossem menosprezadas, incluindo o tamanho.
Esta tendência para dar pouca importância ao tamanho é um problema bem maior se compararmos a Inglaterra com o resto da Europa, criadores do continente, especialmente da Bélgica, sempre tiveram como prioridade o tamanho. Conseguimos ver ainda hoje que essa preocupação continua, com as recentes alterações COM de alocução de pontos com bastante ênfase para com o tamanho dos glosters. Outra grande diferença é que o sistema COM tem como ideal 11,5 cm, enquanto que na Inglaterra tal não existe no nosso standard, que diz simplesmente “tendency to the diminutive”, frase muito aberta a distintas interpretações...”

Nota: Esta pequena introdução, (não vinculativa) tem como base uma pequena pesquisa feita pela Internet suportada na leitura de vários textos, tendo neste caso sido escolhido o texto, parcial, da autoria de Rob Wright, publicado na Revista n.º 12 de, “O Gloster”.


Fotos de aves dos criadores portugueses e Campeões do Mundo Teresa Crespo/António Ferrão.







Atualmente o Standard, do Canário Gloster aprovado pela C.O.M., é o seguinte:


TAMANHO
O mais pequeno possível (máximo 11 cm.).
Pontuação: 20.


POUPA OU CABEÇA (Corona-Consort)
Poupa: Bem redonda e cheia, olhos ainda visiveis. Aderente na nuca.
Bico: Cónico e pequeno.
Ponto central no meio da cabeça e o mais pequeno possível.
Cabeça: Bem redonda, bem larga, sobrancelhas bem marcadas.
Pontuação: 20.


CORPO
Dorso; bem cheio, ligeiramente abaulado.
Asas; bem aderentes.
Peito; bem largo, redondo e cheio sem proeminências.
Pescoço; largo separação cabeça corpo invisível.
Pontuação: 20.


PLUMAGEM
Sedosa, bem fechada, cor brilhante e natural.
Pontuação: 15.


POSIÇÃO
Altiva.
Semi-erguida.
Em movimento.
Pontuação: 10.


CAUDA
Curta, estreita, no alinhamento do dorso.
Pontuação: 5.


PATAS E COXAS
Patas crutas, ligeiramente flectidas.
Coxas não visíveis.
Pontuação: 5.


CONDIÇÃO
Em boas condições de saúde.
Limpo de não danificado.
Pontuação: 5.


COR
São admitidas todas as cores, excepto o vermelho.


Gaiola tipo inglesa: Com dois poleiros. (A gaiola de canário de cor também é admitida)