Já começa a aparecer algum variegado. Vamos aguardar pela muda para ver como vão ficar!
Espaço dedicado à canaricultura em geral e ao Canário Arlequim Português em particular
25 de março de 2011
EQUILIBRADAMENTE VARIEGADOS
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Já começa a aparecer algum variegado. Vamos aguardar pela muda para ver como vão ficar!
Já começa a aparecer algum variegado. Vamos aguardar pela muda para ver como vão ficar!
1 de março de 2011
A IMPORTÂNCIA DO VINAGRE DE CIDRA, NA ECLOSÃO DOS CANÁRIOS
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Com base no que por mais do que uma vez verifiquei, isto é; aquilo que nos parece óbvio e que pensamos que toda a gente sabe por vezes não corresponde à realidade e, neste caso, não tendo descoberto a história do ovo de Colombo, vou falar aqui numa particularidade do vinagre de cidra que alguns de nós damos pontualmente às nossas aves.
Todos sabemos que o vinagre de cidra tem várias qualidades medicinais pois é rico em ferro, potássio, selénio, magnésio e outros minerais que de momento não me recordo mas que uma busca pela internet completará, bem como possuidor de vários ácidos, sendo um óptimo antibactericida e antifúngico, para além de outras propriedades terapêuticas.
Tal como em todos os produtos naturais, ou não, que utilizamos no dia a dia na criação das nossas aves o vinagre de cidra deve ser usado com moderação e devemos usar preferencialmente o vinagre mais escuro pois não tendo sido tratado conserva na sua essência os ácidos e os minerais que o vinagre tratado perde. Pessoalmente utilizo nos meus canários um vinagre de cidra de cor escura, de origem alemã, à venda nos grandes espaços comerciais, um pouco mais caro que o normal e que não sendo dos melhores tem uma qualidade média superior à dos seus congéneres.
Vem este texto todo a propósito do que à dias me aconteceu. Poucas pessoas sabem ou se sabem não o divulgam que quando uma fêmea se encontra no ninho e fica com as penas do peito com um aspecto "molhado" (a maior parte dos criadores chama-lhe febre do choco) isso é um sintoma de coccidiose, a fêmea tem febre e sente frio mantendo-se constantemente em cima das crias, pois como tem frio o seu instinto diz-lhe que as deve aquecer, e ao assim proceder mais não faz do que as "queimar" com o seu estado febril para além de as debilitar com a deficiente alimentação que lhes dá.
Uma das formas, nem sempre eficaz, de rapidamente colmatar esta situação é lavar a zona, em que a fèmea apresenta a penugem com aspecto "molhado", com uma solução tépida de 50% de água e 50% de vinagre de cidra, procedendo-se de igual modo com as crias que neste caso serão "lavadas" na região do pescoço e lombar.

Comigo, por acaso, resultou meter as banheiras com água (1 litro) e vinagre de cidra (1 colher de sopa bem cheia). Mesmo assim fiz um tratamento à base de Coccimir (Laboratórios Zoopan).
Por causa do que referi atrás dei comigo a pensar o seguinte, se o vinagre de cidra tem a particularidade de tornar maleável um vulgar ovo, de tal forma que o conseguimos enfiar pelo gargalo de uma garrafa, então o mesmo deve ser bom para pulverizarmos os ovos dos nossos canários entre o nono e o décimo segundo dia, tornando as cascas mais macias para que os pequenotes as possam romper!
Por causa do que referi atrás dei comigo a pensar o seguinte, se o vinagre de cidra tem a particularidade de tornar maleável um vulgar ovo, de tal forma que o conseguimos enfiar pelo gargalo de uma garrafa, então o mesmo deve ser bom para pulverizarmos os ovos dos nossos canários entre o nono e o décimo segundo dia, tornando as cascas mais macias para que os pequenotes as possam romper!
Todos sabemos que independentemente do grau de humidade existente no canaril existem ovos que devido ao cálcio que, por vezes, damos em excesso às nossas aves ficam com a casca demasiado dura impedindo os pequenotes de nascerem.
Meus amigos quando escrevo uma coisa gosto de saber o que digo e neste caso dos ovos no ninho fiz a experiência utilizando duas partes de água e uma de vinagre de cidra e nos dois ninhos em que utilizei a pulverização dos ovos com esta solucão... os filhotes nasceram todos!
A conclusão desta experiência, é que pelo menos a pulverização dos ovos entre o nono e o décimo segundo dia não teve qualquer efeito negativo nos embriões que estavam dentro dos ovos e todos cumpriram o objectivo da experiência, romper com facilidade os ovos.
1 de fevereiro de 2011
REGISTO DE CRIAÇÕES, PRÁTICO E EFICAZ
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Aquilo que para os criadores que se dedicam à canaricultura há muitos anos é banal, poderá não o ser para alguns companheiros novos nestas andanças e às vezes até para alguns com mais experiência.
Há dias ocorreu-me que neste espaço tenho, por vezes, falado de coisas que para mim são banalíssimas e com surpresa verifico que muitos companheiros as desconhecem pelos comentários e mails que depois recebo.
Hoje "divulgo" uma parte do meu método de registo dos acasalamentos e nascimentos que ocorrem no meu canaril. Geralmente as pessoas colocam um pos-it no viveiro respectivo e vão anotando os dias em que o ovo foi posto, data do choco, verificação de ovos, etc., etc., outros optam por um caderno onde anotam tudo, pois o meu método é o seguinte:
1 - Em cada viveiro de criação coloco uma placa como a que mostro abaixo que encaixa, através de dois arames, no viveiro.
2 - No computador tenho gravada uma "ficha" na medida da placa com os elementos que considero necessários para o registo da informação sobre a postura do viveiro onde for colocada.
3 - A ficha é colocada na placa e esta por sua vez é encaixada no viveiro e é removida em qualquer momento para anotar, os dias em que os ovos são postos, os ovos partidos, os ovos brancos, verificação dos ovos, data de nascimento dos filhotes e número de filhotes nascidos, etc., etc.
4 - O aspecto das gaiolas com as placas que portam as fichas fica conforme se vê na foto abaixo.
5 - Sempre que as aves nascidas são separadas, transcrevo as informações das fichas para um programa de registos informático e, claro, coloco nova ficha na placa para a postura seguinte. Como precaução tenho um registo em papel onde arquivo estas fichas.
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