12 de novembro de 2011

CANÁRIOS DE PORTE DE "A a Z" CREST


País de origem: Inglaterra

O Crest tem a sua origem em Inglaterra no séc. XIX, por seleção do cruzamento do Lancashire com Norwich. Esta raça, é composta por canários com e sem poupa sendo os de poupa chamados de Crested e os sem poupa chamados de Crestbred.

O Crested é um canário com poupa a qual deve ser o mais redonda possível repartida em torno de um pequeno ponto central, com penas longas, largas que cubram os olhos e parte do bico e nuca.

O Crestbred é um canário que deve possuir uma cabeça redonda e larga em todos os sentidos.

As sobrancelhas, devem ser cheias e tombantes ou caídas.

Nesta raça de canários o item mais importante do standard é precisamente a cabeça que vale 50% da pontuação total do standard.

O corpo deverá ter a forma cilíndrica, (forma do D. Fafe) sem ser arredondado, com o peito bem cheio, devendo o seu tamanho ser mais ou menos 17 cm.

O Crestbred (sem poupa)

O Crested (com poupa)
Nota: Esta pequena introdução, (não vinculativa) tem como base uma pequena pesquisa feita pela Internet suportada na leitura de vários textos. Não são referidos os autores das fotos por as mesmas se encontrarem publicadas em vários sítios sem essa identificação.

O Standard actual do Canário Crest, aprovado pela C.O.M., é o seguinte:

CRESTED  
Poupa: Grande e perfeitamente redonda, proporcionalmente repartida em torno de um pequeno ponto central.
As penas da poupa são abundantes, longas, largas e cobrem os olhos, uma parte do bico e a nuca.
Uma poupa não pode nunca ser demasiado grande. Uma poupa tombante ou caída terá sempre a preferência.
CRESTBRED
Cabeça: Larga em todos os sentidos e redonda.
Penas longas e abundantes partem da base do bico e cobrem totalmente o crânio para tombar ou cair sobre a nuca.
Uma boa pena da cabeça do Crestbred deve, se for revirada, chegar à ponta do bico.
BICO
Bico: Curto.
SOBRANCELHAS
Sobrancelhas: Cheias e tombantes ou caídas.
Pontuação: 50.

PLUMAGEM, CAUDA, ASAS E COR
Abundância de penas mas sem frisados.
Cauda curta e estreita.
As asas não podem ultrapassar a base da cauda
Com penas de galo de ambos os lados da cauda.
Cor, todas as cores são admitidas excepto o vermelho.
Pontuação 20.

CORPO E TAMANHO
Corpo; com a forma do Dom Fafe, sem ser arredondado.
Tamanho; mais ou menos 17 cm.
Com o peito bem cheio.
Pontuação: 15.

CONDIÇÃO
Em boas condições de saúde e limpeza e habituado à gaiola.
Pontuação: 10.

PATAS E COXAS
Patas curtas com a articulação superior dos tarsos e as coxas colocadas para trás.
Pontuação: 5.

Gaiola de exposição: Gaiola grande com dois poleiros de 14mm distanciados 10 arames.

8 de novembro de 2011

REPRODUTORES 2012

Partilho mais quatro fotos dos canários que irei utilizar como reprodutores para a próxima época de 2012.

Não se iludam com as fotos pois estes canários não são tão gordos e/ou peitudos como parecem, pelo contrário, são até bem elegantes.

3 de novembro de 2011

RESCALDO DO INTERNACIONAL DO ATLÂNTICO


Há dias disse que não contava pontuar no Internacional do Atlântico e disse-o com convicção pois embora considere que tenho aves de qualidade sei bem do valor dos "inimigos" que criam arlequins! Quis a sorte que um meu canário arlequim português par, na classe adulto, uma ave com muito bom porte tamanho e posição mas bastante melânica se classificasse em 1.º lugar.

Realço a muito boa qualidade dos canários arlequim português apresentados a concurso, que devem ter dado algumas dores de cabeça ao Juiz, salientando que relativamente à exposição do ano transato a quantidade de aves terá caído para cerca de metade mas, em contrapartida, aumentou (e como gosto de referir isto), a qualidade das mesmas sem qualquer sombra de dúvida.

Aves com bom tamanho, bom corpo, boa posição, bem variegadas, enfim canários que cada vez mais se conseguem destacar dos vulgares "arlequins" sem tamanho, com corpo demasiado redondo ou peitudo, sem posição, enfim, sem qualquer qualidade mas coloridos.

Parabéns a todos os criadores de arlequins pois dá gosto ver a evolução dos arlequins a cada ano que passa!

Uma palavra de apreço para os elementos da organização e outros voluntários que ajudaram a que, na minha opinião, este Internacional do Atlântico fosse realmente um êxito, com o grande contributo dos criadores que apesar das graves contingências económicas que o país e a Europa atravessam contribuíram, também, massivamente apresentando aves de inegável qualidade.

Usando o velhinho chavão de que uma foto vale por mil palavras, partilho seguidamente algumas fotos, obviamente subordinadas ao arlequim.















Recebendo o troféu, na cerimónia ocorrida, após o jantar de gala.

A foto da praxe para a posteridade.