28 de abril de 2013

QUASE EM VELOCIDADE DE CRUZEIRO!


Parece, estar de vez, ultrapassado o mau início  de época  que os meus passarinhos tiveram, estou convicto que a irregularidade do tempo também terá ajudado a que isso acontecesse. Posso por isso dizer que devagar estou finalmente a atingir a "velocidade de cruzeiro", apesar de que, esta semana aconteceu uma coisa que já há anos não sucedia: num dos quatro casais que o meu Pai tem a seu "cargo" para se entreter morreram duas crias após terem sido anilhadas; o excesso de zelo na limpeza do ninho pela fêmea, que queria retirar as anilhas (mesmo estando estas tapadas com adesivo), fez com que os filhotes caíssem do ninho acabando por morrerem gelados. É sempre aborrecido depararmos com estas situações mas mais ainda quando as crias estavam bem alimentadas pois ambas tinham o papo cheio, enfim, situações que acontecem em altura de criação!

Hoje partilho a foto de três passarinhos nascidos num dos casais que estão a "cargo" do meu Pai, curiosamente ambos 90% predominantemente melânicos com uma prole predominantemente lipocrómica. Como já há alguns passarinhos numa das voadoras, partilho também a foto possível pois são, ainda muito irrequietos, o truque para fotografar alguns foi colocar-lhes germinado num recipiente.

17 de abril de 2013

NÃO HÁ MAL QUE SEMPRE DURE...

"Não há mal que sempre dure, nem bem que não se acabe", diz a sabedoria popular e, por agora, parece que o "mal" que atormentou este inicio de época parece, a pouco e pouco, estar a terminar; mesmo assim numa ninhada de quatro passarinhos o casal lembrou-se de descansar e deixou de os alimentar aos oito dias de vida! Valeu-me, na circunstancia, ter um casal só com um filhote daamesma idade que "adotou" os outros quatro mantendo-os, até ao momento, de perfeita saúde. A tática utilizada foi simples meti debaixo desse casal os dois filhotes mais fraquinhos e adicionei uns mimos à comida ficando à espera que depois de o casal se saciar fossem dar de comer aos pequenotes. Quando depois de alguma hesitação os vi a regurgitarem comida para os "filhos adotivos" repeti a graça, passadas cerca de duas horas, colocando lá os outros dois filhotes que, felizmente, também foram aceites. Um fato curioso no meio do "azar" com que iniciei esta época é que tenho tido um aproveitamento, até agora, de 99% dos filhotes nascidos

Como na última noticia que aqui publiquei referi o nascimento de três filhotes partilho convosco, também, a foto dessa ninhada.

Termino agradecendo as palavras de incentivo que alguns colegas me endereçaram perante o desânimo que aqui manifestei. Muito obrigado a todos!

Esta é a ninhada (de 4+1) que referi no texto sendo que o verdadeiro filho do casal é o passarinho que aparece no lado direito da foto.



Os três passarinhos que referi a semana passada, nascidos no dia 3.









6 de abril de 2013

ESTÁ COMPLICADO!


As salmonelas apareceram em catadupa nos meus passarinhos, nem o facto de atempadamente ter feito um tratamento por prevenção resultou. Está, para já, explicado o mau início desta época com a maioria dos casais. 

Parei com a criação, isto é, estou a tentar atrasar ao máximo novas posturas e neste momento toda a passarada está a tomar Theraprim.

No passado dia 3 nasceram mais quatro arlequins (parece-me que três deles irão ser bastante bons no variegado) e para hoje termino com a foto de mais três filhotes que já saíram entretanto do ninho.

Estas três crias, têm como pais dois arlequim par sendo o macho 95% predominantemente melânico e a fêmea 75% predominantemente lipocrómica. O filhote "escondido" é equilibradamente variegado ao contrário dos manos que são de predominância lipocrómica.


















31 de março de 2013

OS OVOS DA PÁSCOA!


Há tempos, cerca de mês e meio, dava conta neste espaço do que me acontecera a uma canária -situação vulgaríssima que quase todos os criadores já "sofreram"- que ficou com o ovo atravessado; mais tarde disse aqui, também, que a canária pusera um total de cinco ovos, um dos quais já depois de ter expelido o ovo atravessado e que a ia deixar chocar esses ovos, parando a época de criação quando terminasse esse choco. Dos ovos colocados debaixo da canária apenas um eclodiu, fazendo o passarinho no próximo dia 8, 32 dias de vida.

A heroína deste comentário em primeiro plano, com o macho poupa e o filhote do casal na borda do ninho.

Na passada sexta-feira quando fui dar a papa aos casais que estão com filhotes vi a referida fêmea no ninho mas nem de longe pensei que pudesse ter posto um ovo dada a contrariedade sofrida, tanto mais que mal me aproximei da jaula saltou do ninho toda animada, começando a andar de volta do filhote. Ontem sábado quando lá fui novamente não a vi no ninho e cumpri a rotina habitual de dar alimento aos casais com filhotes. 

Os 3 "ovos da Páscoa"!

Hoje, domingo de Páscoa e, porque tive pessoas cá em casa fui já bem pela tardinha dar a ração do dia à passarada e, para meu espanto, a fêmea encontrava-se no ninho com o filhote e o macho na borda do mesmo; desta vez fui mesmo espreitar e... lá estava, não um mas 3 ovos. Perante este facto não me resta alternativa que alterar a decisão inicial e deixá-la ficar com os ovos, aguardando que a natureza se encarregue do futuro, de preferência que tudo corra bem e venham mais passarinhos.

Afinal e apesar de este ano as coisas não me estarem a correr muito bem com a passarada, nem tudo é mau e fui brindado com os ovos da Páscoa por esta pequena resistente, quiçá um agradecimento por lhe ter salvo a vida!

25 de março de 2013

TUDO NA MESMA!


Pouco há a atualizar relativamente ao último comentário que aqui fiz quanto à forma como está a decorrer a primeira postura. Tenho, de doze casais, apenas quatro com filhotes num total de dez, já anilhados. Para "equilibrar" a má prestação desta primeira postura estou a usar duas das fêmeas que tenho para "reserva" - que andavam a pôr ovos na voadeira - as quais têm um total de seis crias sendo que só uma dessas fêmeas tem cinco crias e a que tem só uma cria tem um passarinho que vai ser predominantemente melânico isto apesar e no dorso ainda carecer de penas.

Penso, e espero, que mal o tempo comece a aquecer a criação melhore substancialmente; entretanto partilho as fotos dos filhotes das fêmeas "suplentes" e, pelo meio, o bróculo passado na picadora misturado com papa seca que tinha preparado para lhes dar quando comecei a "sessão fotográfica".

JACKPOT - Cinco ovos, cinco passarinhos filhos de pais Arlequim Par, equilibradamente variegados.
Limpam uma tijelinha destas por dia e é porque não lhes dou mais!
Um poupa que vai ser predominantemente melânico, filho de macho Arlequim Poupa e fêmea Arlequim Par, equilibradamente variegados.










22 de março de 2013

CCAP - Convocatória de Assembleia Geral Ordinária


A pedido do Presidente da Direção do CCAP, Dr. Paulo Milheiro Maia, é feito um apelo a todos os companheiros, detentores de blogues e afins, para fazerem um copy/paste da noticia da convocatória publicada no site do CCAP e fazerem o favor de a divulgarem para que chegue ao maior número possível de interessados.


Convocatória de Assembleia Geral Ordinária
21 de Março de 2013
 Ao abrigo do Artº 18º dos Estatutos do CCAP, convoco a sua Assembleia-geral para o dia 21 de Abril de 2013, pelas 9.30h, na sede do Clube, sita na Rua Manuel Ferreira da Silva e Sá, 154 * 4570-012 BALASAR, com a seguinte ordem de trabalhos:

1 - Apreciar o relatório de Contas da Direção e o parecer do Conselho Fiscal, relativo ao exercício do ano anterior;

2 – Outros assuntos de interesse do Clube.

P.S. - Não comparecendo número suficiente de associados com direito a tomar parte na mesma, a Assembleia-geral funcionará 30 minutos depois com os presentes.

O Presidente da Assembleia Geral,
Manuel Dário Gomes de Oliveira

9 de março de 2013

PRIMEIROS FILHOTES NASCIDOS

 Estes são os primeiros seis filhotes de canários arlequim português nascidos em 2013 e, a exemplo do ano transato, irei pontualmente descrever as caracteristicas dos progenitores. Para já, e como vem sendo habitual nos meus canários, a primeira postura é parca em aves variegadas.

NASCIDOS EM 2013-02- 25
Estes três filhotes têm como progenitores: Macho  Poupa Equilibradamente Variegado x Fêmea Par 98% Lipocrómica; são todos similares e em termos de côr revelam-se aves predominantemente lipocrómicas..
NASCIDOS EM 2013-02-26
Estes três filhotes têm como progenitores: Macho  Par Equilibradamente Variegado x Fêmea Par Equilibradamente Variegada; são todos similares e em termos de côr existe um para cada gosto: um predominantemente lipocrómico, um predominantemente melânico e um outro variegado com predominância lipocrómica..
O fato de estes filhotes terem nascido com a "roupagem" descrita esta não é definitiva pois, por vezes, depois da muda feita a côr sofre alterações significativas.

6 de março de 2013

O CLUBE DO CANÁRIO ARLEQUIM PORTUGUÊS NO EUROAVES


Ando um pouco para o aborrecido e sem pachorra para estar a compilar algum "material" que tenho para ir publicando por aqui. 

A primeira postura dos meus passarinhos é para esquecer muitos ovos brancos e outros tantos goros, ainda só tenho 7 passarinhos nascidos; não sei o que se está a passar mas atribuo este pequeno fracasso ao tempo inconstante que se tem sentido mas, como costumo dizer não há que desanimar!

Finalmente consegui algumas fotos da VI Exposição do Clube do Canário Arlequim Português integrada na Expo Euroaves e que se realizou entre o dia 29 do mês de dezembro e o primeiro dia de Janeiro do ano em curso e vou partilhá-las com os amigos que seguem habitualmente este espaço. Como diz o nosso povo mais vale tarde que nunca! Poderão aceder a mais infoamção no site do CCAP.

Como estou sem a "veia" de escritor vou, em vez de começar a dissertar sobre o evento, colocar uma pequena legenda nas diversas fotos, não sem antes deixar de referenciar um fato importante que foi a apresentação do novo desenho do canário arlequim português que mereceu, sem exceção, rasgados elogios não só dos criadores de arlequins mas de todos os outros, para além de o troféu a entregar aos vencedores ter o desenho do canário arlequim português em alto relevo e à escala 1/1, ou seja no tamanho natural de um arlequim.

Perspetiva da entrada da expo.
Um minúsculo lago artificial fazia as delicias dos pequenos patos.
A organização disponibilizou "mesas" para venda de aves, mas a "crise" não ajudou os "vendedores".
O amigo Nelson Lopes, sempre bem disposto apesar das fracas vendas.
Algumas das jaulas existentes no espaço com aves de grande porte.

A feira livre, no inicio da abertura.

Esta catatua parece querer espreitar a atuação da sua "mana" que se exibia junto com outras aves.
A "mana" em plena atuação.


Preparando o julgamento dos arlequins.
Alguns deram algum trabalho ao Juiz Jorge Quintas.
Tempo de verificar a pontuação.
O stand do CCAP com alguns dos elementos da Direção, Carlos Lopes, Nuno Silva, Armindo Tavares, Paulo Maia e Vítor Cruz.
Montando o equipamento informático.
Já com tudo pronto e disponíveis para todo e qualquer esclarecimento.
O amigo Adriano Rodrigues ainda não foi desta que aderiu ao Arlequim, mas elogiou a iniciativa da apresentação do novo desenho do Canário Arlequim Português.
Um dos posters com o desenho do Canário Arlequim Português
Prémio Prof. Doutor Armando Moreno
Troféu Arlequim Par, com o desenho em alto relevo à escala 1/1
Troféu Arlequim Poupa, com o desenho em alto relevo à escala 1/1
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Estas são algumas fotos de arlequins que se encontraram em exposição

23 de fevereiro de 2013

UM "MINI-BALANÇO"


Após a limpeza semanal que costumo fazer ao sábado nas jaulas dos meus passarinhos dediquei-me a "conferir" o que já tinha constatado durante a semana; esta época vai ficar bastante distante, em termos de aves nascidas, do ano transato.

Há, ainda, dois casais que estão relativamente aos outros ainda um pouco atrasados, contudo as posturas não estão a decorrer conforme delineara pois em todos os casais há ovos que não se encontram fecundados e em dois deles - com cinco ovos cada - nem um foi fecundado. Se, e este se é altamente duvidoso, me nascessem todos os ovos que estão debaixo das canárias ficaria com dezassete passarinhos, muito abaixo da média de 3 crias por casal que o ano passado atingi.

Estou inclinado que este pequeno insucesso se deve às variações constantes da temperatura pois o ano passado apesar de o tempo ser frio, por esta altura, não tinha variações tão bruscas e tão baixas como este ano nem tanta chuva.

À hora a que me predispus a vir aqui fazer este "mini-balanço" já no espaço dos canários não havia a luz do dia mas ainda deu para fazer as duas, más, fotos que publico abaixo da canária que há dias foi aqui noticia por causa do ovo atravessado.

Esta canária colocou um total de cinco ovos sendo 3 de postura normal, 1 que estava atravessado e que ajudei a expelir e dois dias depois deste mais um que colocou no fundo da gaiola e obviamente se quebrou. A postura deste último ovo leva-me a crer que a fêmea se encontrará completamente recuperada na próxima postura apesar de eu não a deixar criar mais este ano. Neste momento está a chocar os dois únicos ovos galados, dos 5 que colocou.

Vou aguardar a ver como decorrerá o resto desta primeira postura e fazer votos para que as próximas duas corram melhor.

Surpreendida pelo "fotógrafo"!
Aproveitando para desentorpecer as pernas.

20 de fevereiro de 2013

PARA OS ARLEQUINS, DE 2013


Impecável, aguardando os novos passarinhos, foi como - acho eu - ficou a minha voadeira "grande" após a ter pintado toda com esmalte aquoso. Todos os anos costumo dar uma caiadela às gaiolas de criação e voadoras para evitar o aparecimento da famoso piolho que costuma visitar um número significativo de canaris na altura das criações. O ano passado juntei à cal um pouco de tinta plástica com o fito de me facilitar a limpeza das instalações o que até foi conseguido; este ano arrisco um pouco mais e pintei tudo com tinta esmalte aquoso. Só o tempo dirá se tirarei alguma vantagem  desta mudança mas estou em crer que a mesma é benéfica pois ao pintar, bem, as gaiolas e viveiros a própria tinta vedou eventuais frestas existentes e ótimas para o piolho se esconder quando aparece e depois como se trata de tinta aquosa no fim das criações bastar-me-á (espero eu) passar uma esponja húmida pelas gaiolas para que as mesmas fiquem limpas; isto permitir-me -á que daqui a algum tempo não tenha necessidade de pintar gaiolas e viveiros todos os anos mas sim num hiato de tempo um pouco mais alargado.
Para já, e pelo menos à vista, torna-se mais agradável como se poderá verificar na foto abaixo.


15 de fevereiro de 2013

"...ÀS VEZES É BOM NÃO SE DESISTIR..."


No passado dia 5 falei, neste mesmo local, sobre uma situação que costuma acontecer a quem cria canários, o ovo atravessado ou retido, e isto porque um criador me tinha telefonado solicitando a minha ajuda para um destes casos. Mal sabia eu que me ia acontecer exatamente a mesma coisa com uma das canárias com que fiquei para reprodutoras, oito dias depois, com a agravante de desta feita a canária não conseguir expelir mesmo o ovo. 

Na quarta-feira dia 13, sensivelmente a meio da manhã, fui vistoriar os ninhos para trocar os ovos verdadeiros por falsos quando numa das jaulas me deparei com uma fêmea "morta" fora do ninho! Murmurando raios e coriscos com a pouca sorte (a fêmea já tinha colocado 3 ovos) peguei na canária e verifiquei que afinal estava viva mas incapaz de se mexer e com os olhos cerrados. Soprando para o uropígio verifiquei logo que não expelira o ovo porque se encontrava, literalmente, atravessado no oviduto.

Imediatamente comecei por lhe colocar com ajuda de um cotonete umas gotas de azeite no uropígio enquanto aquecia um pouco de água onde a iria colocar a apanhar o vapor, na esperança de que expelisse o ovo. Ao fim da primeira tentativa coloquei a canária, que já abria os olhos, no ninho e aguardei cerca de vinte minutos, repeti a tentativa mais duas vezes sem qualquer êxito; já estava prestes a desistir quando, por um feliz acaso, um providencial telefonema do Amigo Carlos Lima para tratar de outro assunto levou a que lhe contasse o meu desânimo pois ia perder a fêmea. O Amigo Carlos Lima, prestabilíssimo como sempre, depois de eu lhe contar o que já fizera sugeriu uma coisa que eu sabia, mas que nunca fiz, furar o ovo com um palito introduzido através do uropígio para facilitar à fêmea a expulsão do ovo uma vez que este, furado, tornar-se-ia mais "maleável" no oviduto. Preparei-me para fazer o que me fora aconselhado pois o destino da canária, se não expelisse o ovo, era a morte certa e assim poderia haver uma hipótese de sobreviver. 

Com a canária firmemente agarrada na mão direita voltei a soprar o uropígio e, levado por um palpite, tentei "virar" o ovo massajando suavemente a canária. Consegui que o ovo ficasse na posição correta (pensava eu) e preparei-me para o furar quando me apercebo que uma película de pele tapava completamente a cloaca. Algo não estava bem!

Observando minuciosamente o uropígio verifiquei que a "abertura" dessa película de pele se encontrava deslocada para o lado do dorso da canária (jamais conseguiria expelir o ovo, mesmo furado) e esse pormenor era impeditivo de que o ovo fosse expelido.

Pensei, agora é que é, se não morreres da doença vais morrer da cura, untei o mais possível com o cotonete embebido em azeite a minúscula abertura que via enquanto que com os dedos indicador e polegar pressionava a barriga da fêmea no sentido da saída do ovo. A abertura que eu via à medida que ia exercendo uma maior pressão ia-se alargando até que, finalmente, o ovo começo a sair... só que pela parte mais larga. Até nisto a pobre da canária tinha tido pouca sorte tinha-lhe posicionado o ovo ao contrário, mas saiu. Creio que eu estava mais aflito do que a fêmea que ficou manifestamente mais aliviada apesar de debilitada. Quando a ia a colocar suavemente no ninho para descansar e recuperar forças verifiquei que tinha algum sangue a sair do uropígio, pensei agora é que vai morrer, lavei-a cuidadosamente e verifiquei aliviado que não saía mais sangue colocando-a de vez no ninho.

Passadas mais de 48 horas do que acabo de narrar tenho a dizer que felizmente a canária está em franca recuperação e está sozinha (por precaução separei o macho) a chocar os quatro ovos dela.

É uma enorme satisfação poder partilhar com quem segue este blogue situações como esta, que acabou bem, pois às vezes é bom não se desistir porque pensámos que um passarinho está irremediavelmente condenado.

7 de fevereiro de 2013

JÁ COMEÇOU A POSTURA DA ÉPOCA 2013

Exatamente cinco dias após ter "feito" o acasalamento dos meus passarinhos fui, hoje, brindado com o primeiro ovo. Não sou supersticioso, e até nem desgosto do número, mas foi da Jaula com o n.º 13 que retirei o primeiro ovo da época 2013; uma coincidência que espero seja um bom augúrio!

Não contava que fosse tão rápido pois como semanalmente lhes coloco as banheiras (sempre à 4.ª feira) pensei que as posturas atrasassem um pouco mais.

Apesar  do frio ainda não nos ter abandonado, temperatura ambiente no espaço medeia entre os 10 e os 12 graus, com uma humidade relativa entre os 55 e 65 graus pelo que os passarinhos começam já a andar com a azáfama de fazer os ninhos, como sempre há uma ou outra fêmea mais atrasada e essas limitam-se a passear as palhas pela gaiola para desespero dos machos que as perseguem trinando insistentemente.

Como venho fazendo todos os anos no início da época partilho a foto "de família" dos meus doze casais reprodutores.